últimos dias da Programação

21 de junho, quinta, 9h30

Chegada Simbólica dos Bondes Bicicletada Nacional Rio+20 – Tenda Greenpeace

21 de junho, quinta, 10h-12h

Encerramento do Mobilidade+ – Michael Replogle, Fundador e Diretor de Políticas Globais do ITDP, Cornie Huizenga, Coordenador da Rede para o Transporte Sustentável de Baixo Carbono (SLoCaT), Dr Jan Clos, Diretor Geral da ONU Habitat, Eduardo A. Vasconcellos, coordenador técnico dos Observatórios de Mobilidade do Brasil (ANTP) e da América Latina (CAF), Bill Reilly, Presidente de Conselho da Climate Works e ex­‐Diretor da delegação americana para a Conferência Eco 92 –  Tenda da Fundação Ford na Cúpula dos Povos (ao lado do MAM) –

(Mobilidade+ é um evento realizado pelo ITDP Brasil e Studio-X Rio, com financiamento da Cooperación Andina de Fomento (CAF) e apoio institucional da Fundação Ford, e em parceria com a SLoCaT, Transporte Ativo, ONU Habitat e C40 Rio, resultando num consórcio composto por alguns dos principais atores globais em transporte sustentável e desenvolvimento urbano.)

21 de junho, quinta, 17h30

Em um mundo que se urbaniza, a organização das grandes cidades escancara as desigualdades sociais. Mobilidade urbana, qualidade na moradia, tratamento de resíduos sólidos, acessibilidade, são questões para todos, mas as populações pobres são particularmente afetadas – Arena Socioambiental – Encontros Globais – Cidades Sustentáveis e Acessíveis Pilotis e Jardins do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.

21 de junho, quinta, 20h

Concentração às 18h – World Bike Ride Rio20 – Cinelândia

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Bonde Centro-Oeste (MT-MS-DF-MG-RJ)

Ciclistas de Brasília irão pedalar 1,2 mil km para participar da Rio+20. No caminho, tentarão conscientizar moradores da importância da conferência

Thaís Paranhos
Publicação: 02/06/2012 07:32 Atualização: 02/06/2012 14:48
Mauro, Felipe e Wesley se preparam para pegar a estrada neste domingo
Mauro, Felipe e Wesley se preparam para pegar a estrada neste domingo (Edílson Rodrigues/CB/D.A Press)
Este mês, o mundo se volta para o Rio de Janeiro. A capital fluminense recebe a Rio+20, conferência que vai reunir gente do mundo todo para discutir questões ambientais. Um grupo de Brasília também se prepara para participar do evento e contribuir com a causa. Quinze pessoas farão o trajeto de bicicleta entre as duas cidades, distantes cerca de 1,2 mil quilômetros uma da outra. Os participantes sairão da capital amanhã, após passeio ciclístico promovido pela organização não governamental (ONG) Rodas da Paz. A concentração será na Praça do Museu da República, na Esplanada dos Ministérios, às 9h. Quem quiser ainda pode se juntar a eles e participar da 1ª Bicicletada Nacional.
A viagem deve durar entre 13 e 15 dias. A ideia é percorrer aproximadamente 120km diariamente. E, a cada cidade que o grupo parar para descansar, os participantes querem chamar a atenção da população local sobre a importância da Rio+20. Eles explicarão o que é a conferência, os objetivos e as metas, além de tirar as dúvidas dos moradores. Como os ciclistas voltarão de carro, ônibus ou avião, eles pretendem plantar mudas de árvores durante a viagem de ida como forma de compensação ambiental.
http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2012/06/02/interna_cidadesdf,305386/ciclistas-de-brasilia-irao-pedalar-1-2-mil-km-para-participar-da-rio-20.shtml
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Ciclistas saem de Curitiba rumo à Rio+20

Neumar Ramos já saiu de Curitiba dia 28 de maio rumo a Tunas do Paraná, uma das etapas para chegar a São Paulo, onde se juntará aos grupos de São Paulo e Santa Catarina. Ele faz parte do Bonde Sul que tem previsão de chegar ao Rio de Janeiro no dia 18 de junho.

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Bom voyage para ciclistas de Brasília indo para RIO+20

Mobilidade urbana saudável – Secovi/DF patrocina 10º Passeio Ciclístico Rodas da Paz
Sex, 25 de Maio de 2012 14:14

Uma edição especial do Passeio Ciclístico da Ong Rodas da Paz vai acontecer, no dia 3 de junho, em Brasília. Além de comemorar os 10 anos da Ong, que luta pela diminuição no número de acidentes e mortes no trânsito do DF, um dos enfoques do encontro será o meio ambiente e as discussões da Rio+20. Um grupo de ciclistas do Distrito Federal vai aproveitar o passeio para partir rumo ao Rio de Janeiro e se juntar a grupos de outros estados que também vão se mobilizar durante a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável. A Rio+20 vai acontecer no Rio, de 13 a 22 de junho de 2012.

Poliani Ferreira http://www.secovi.com.br

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[Revista Época – 20.05.2012]

6 DESAFIOS PARA A RIO+20: Os obstaculos que a conferência de desenvolvimento e meio ambiente da ONU no Rio de Janeiro precisa superar para repetir o sucesso da Eco 92 – Thais Herrero e Alexandre Mansur

O estudante de cinema Vinícius Leyser da Rosa vai para o Rio de Janeiro pedalando. Ele planeja desde o fim do ano passado sua viagem para participar da Rio+20, a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, que acontecerá de 13 a 22 de junho. Vários ciclistas como ele sairão de cidades do Brasil na Bicicletada Nacional. Vinícius, que mora em Florianópolis, vai para São Paulo de ônibus e depois pretende fazer os 430 quilômetros finais em oito a dez dias. Há 20 anos, quando a cidade recebeu a outra grande conferência, a Eco 92, ou Rio 92, Vinícius só tinha 6 anos e ainda pedalava com rodinhas. Agora participará de um evento que pretende rever os acordos internacionais de 1992 e definir as próximas medidas para garantir desenvolvimento, conforto, redução na pobreza sem destruir as bases naturais da economia.
O encontro oficial reunirá diplomatas e chefes de Estado de 183 países no Riocentro. Enquanto isso, 280 eventos paralelos, como encontros de ONGs e empresas, acontecerão pela cidade, a maioria na Cúpula dos Povos, que se estenderá pelo Aterro do Flamengo. O governo não tem estimativa de quantas pessoas irão para a cidade. Os hotéis, as pousadas e até apartamentos para alugar já estão lotados. Apesar da movimentação, a Rio+20 pode frustrar tantas expectativas. Para produzir resultados concretos e entrar para a história, como a Eco 92, o evento precisa superar alguns obstáculos.
1. Sair da sombra da Rio 92
A Rio+20 é como o filho de um pai bem-sucedido, bonito, rico e famoso. Só que pai e filho não nascem e vivem no mesmo contexto histórico. Na virada da década de 1980, o mundo vivia o fim da União Soviética e dos regimes comunistas do Leste Europeu. A democracia se consolidava na América Latina. Com mais liberdade – e graças a novas tecnologiascomo o fax e as antenas parabólicas -, as ONGs ganhavam força local e faziam alianças internacionais. Com o fim do medo do apocalipse nuclear, os perigos ambientais ganhavam relevância. Formavam um apanhado de causas, como a preservação das baleias, a reciclagem de papel ou o fim do lixo tóxico. Da Eco 92 nasceram as Convenções do Combate à Desertificação e da Diversidade Biológica e das Mudanças Climáticas, as COPs.
O debate ambiental ficou mais econômico de 1992 para cá. A COP de clima levou ao Protocolo de Kyoto, de 1997, com metas de redução de gases do efeito estufa para os países. Hoje, o custo e os benefícios dos compromissos ambientais estão mais claros. Por isso, eles são mais difíceis – e mais necessários. “A Rio+20 não pode ser um evento comemorativo. Tem de dar um passo adiante” diz o físico José Goldemberg, durante a Eco 92, secretário do Meio Ambiente da Presidência da República.
2. Propor metas objetivas
A Rio+20 gira em torno de dois temas centrais. O primeiro, economia verde, reúne os esforços para criar um desenvolvimento que respeite os limites naturais, sem desequilibrar o clima, esgotar os mares ou destruir a biodiversidade. O segundo, governança, são as governos, empresas e agências internacionais. As boas intenções carecem de defmições práticas. “Até agora, o documento construído para sair da Rio+20 diz que a economia verde deve ser implementada sem explicar como um presidente ou um dono de indústria faz isso. É um bom conselho, mas que não vale no dia seguinte, quando todos voltam para casa”, afirma Goldemberg. Além disso, alguns debates estão presos a noções pré-1992. “Ainda tem gente discutindo se uma nova economia deve ser mais social ou mais ambiental”, diz André Carvalho, professor da Fundação Getulio Vargas. “Desde 1987, já entendemos que são pontos interligados.
Esforços para viabilizar energias renováveis também resultam em novas tecnologias, geração de empregos e renda. Um dos resultados objetivos da Rio+20 deve ser um documento com as metas do desenvolvimento sustentável (ODS), como erradicação da pobreza, segurança alimentar, preservação dos mares e das florestas. Ele se chamará O futuro que queremos. Desde janeiro, representantes de governos, órgãos da ONU e das ONGs se reúnem ao menos uma vez por mês na sede do órgão, em Nova York, para discutir o rascunho. E a nova versão dos Objetivos do Milênio, criados em 2000 também pela ONU para destacar os oito principais problemas do mundo. Os governos se comprometeram a investir para resolvêlos e em 2015 mostrar os resultados. Entre esses problemas estão a mortalidade infantil e educação de qualidade para todos. Depois de 2015, é possível que esses objetivos sejam substituídos pelos ODS. Sem garantias de resultados. “É um acúmulo de compromissos. Os Objetivos do Milênio nem foram alcançados e podem perder a força se comprometermos os governos com uma nova pauta”, diz Aron Belinky, coordenador do Instituto Vitae Civilis, que participa da discussão do rascunho. O documento também propõe uma nova economia verde, mas não define as etapas para alcançá-la, não estabelece metas nem envolve obrigação dos signatários.
3. Fugir das decisões burocráticas
Os negociadores da Rio+20 estudam promover o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) ao status de uma agência especial da ONU para o desenvolvimento sustentável. O órgão ficaria no mesmo degrau da Organização Mundial do Comércio (OMC) e da Organização Mundial da Saúde (OMS) e teria mais autonomia para a criação de políticas ambientais. Mas isso criaria mais burocracia e isolaria os temas ambientais num órgão incipiente. “É mais eficaz inserir o tema do desenvolvimento sustentável em todos os outros órgãos da ONU”, diz Carvalho.
4. Ignorar a politica ambientalbrasileira
Tradicionalmente, em conferências desse porte, as práticas do país anfitrião inspiram os participantes. Para bem ou para mal. Em 1992, o então presidente Fernando Collor criou 15 unidades de conservação e elevou a Secretaria de Meio Ambiente a Ministério. Mas as últimas notícias ambientais no Brasil são ambíguas. O Congresso acaba de aprovar a redução na área de unidades de conservação da Amazônia para hidrelétricas e assentamentos. Também aprovou um novo Código Florestal que reduz a proteção às margens dos rios e encostas instáveis, além de anistiar quem desmatou ilegalmente. “Ao receber a Rio+20, o Brasil ganha no turismo e no comércio. Mas vira o foco das notícias. E, infelizmente, até agora, o que está nas manchetes é o Código Florestal que vai contra tudo o que se discute para um desenvolvimento sustentável”, diz o pesquisador Luiz Gylvan Meira Filho, da USP.
5. Ir alémda crise econômica No auge de uma das maiores crises econômicas da história, os representantes dos países provavelmente terão pouco ânimo – e pouco apoio doméstico – para assumir compromissos que envolvam maiores sacrifícios econômicos a curto prazo. O parlamentar britânico Martin Caton, diretor do comitê de auditoria ambiental, disse que a crise “pode reduzir as ambições no Rio e trazer de volta o velho e estéril debate de agenda econômica versus ambiental”. O risco é insistir no crescimento com base numa demanda por recursos naturais que supera a capacidade de regeneração do planeta. “Pior que uma crise economica, so uma crise econômica acompanhada por desastres ambientais”, diz o advogado Eduardo Felipe Matias, que acompanha as negociações internacionais.
6. Atrair um bom time de chefes de Estado
A Eco 92 reuniu 108 chefes de Estado como o então presidente americano George H.W. Bush (o pai) e outros representantes de 170 países. Foi um dos maiores encontros da história. Não há certeza se a Rio+20 terá tanta adesão. Sem dar nomes, o Itamaraty diz que pelo menos 135 chefes de Estado confirmaram a presença. Mas a chanceler alemã, Angela Merkel, e o primeiro-ministro do Reino Unido, David Cameron, afirmaram que não vêm. Em abril, a presidente Dilma Rousseff visitou o presidente americano, Barack Obama, na Casa Branca, e ouviu dele que seria muito difícil participar da Rio+20 no meio da campanha à reeleição. Obama já mudou de planos na última hora, quando decidiu ir para a COP de Copenhague em 2009. “Se as nações que mais impactam a natureza não vierem, os acordos não serão significativos. Não adianta termos aqui só a América Latina e a África. Precisamos da China, dos Estados Unidos e dos grandes países da Europa”, diz Goldemberg. Do contrário, apesar dos prazeres das pedaladas e das belezas naturais do Rio, ativistas como Vinícius perderão a viagem.

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[INFO EXTRA] Sobre o bonde de Florianópolis:

Vinícius estará viajando com mais 4 ciclistas. O grupo tem o apoio do Comitê Catarinense para a RIO+20, e pretende através deste levar informações locais para debater ao longo da jornada. Eles vão de ônibus no dia 10 de junho para São Paulo, onde se juntarão a ciclistas de outras regiões do país, e no dia seguinte partirão num grande grupo em direção ao Rio de Janeiro. A viagem deve durar 8 dias.

http://riomais20sc.ufsc.br/

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Bonde Nordeste rumo à Rio+20

Os nossos ciclistas chegaram em Umbaúba hoje, dia 23 de maio, às 14h. Estão agora descansando para a viagem de amanhã onde vão parar em Entre Rios na Bahia.

Ass.: Associação  Alagoana Aac Ciclismo

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Adote um ciclista!

Campanha adote um ciclista! Compre 2 camisas do projeto por 70,00 e doe a segunda para um ciclista participante! Bonde Centro-Oeste

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Alagoas começa viagem de bike rumo à Rio+20!!!

Fonte: Gazeta Web

Ciclistas alagoanos viajam de bicicleta para o Rio de Janeiro
Maria José e Lucivaldo partem de Maceió na manhã deste domingo (20) rumo a Rio+20

Superação, coragem e determinação. São os principais requesitos dos ciclistas alagoanos Maria José e Lucivaldo de Oliveira, que iniciam viagem às 6h deste domingo (20), saindo do Corredor Vera Arruda, na Jatiúca, rumo a cidade do Rio de Janeiro onde vão participar da Rio+20 – uma Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, que será realizada de 20 a 22 de junho.

Os alagoanos planejaram uma logística de viagem para os 2.200 km até o Rio de Janeiro, que deve durar uns 30 dias, percorrendo uma média de 100 km/dia. Para aproveitar esse evento outros grupos de ciclistas envolvidos com o Movimento da Bicicleta Nacional de várias partes do Brasil também sairão pedalando de seus estados e vão se encontrando até chegar ao local da Conferência.
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Carta à Dilma sobre Mobilidade por Bicicleta!

Ajude a construir esta carta!

Envie seu texto ou sugestões para bicicletadanacional@gmail.com

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Adote um ciclista!

Procure a coordenação do seu Estado/Bonde (no Facebook) e, ao comprar uma camisa ou camiseta do projeto, compre a segunda e doe ao participante que irá pedalando!!!

 

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